GIRO
Vender tecnologia em minutos de conversa.
Base: a Escada da Tradução. O vendedor para de ler a etiqueta e faz o cliente se ver usando o produto.
Treze anos formando equipes de loja em marcas como Microsoft, Samsung e Roku. Transformamos especificação em benefício, e benefício em venda. Presencial ou ao vivo online.
Não é falta de conhecimento técnico. É o contrário: a equipe sabe o produto de cor e entrega do jeito que está escrito na caixa.
O vendedor lê a etiqueta em voz alta. Hertz, nits, processador, polegadas. O cliente ouve e não acontece nada.
Ninguém pergunta por que o cliente quer trocar. Mostram o produto direto, e a conversa fica presa naquele modelo.
“Posso ajudar?” recebe “só estou olhando” o dia inteiro, e a equipe aceita isso como normal.
“Vi mais barato na internet” encerra a conversa em vez de começá-la. A venda vai para o e-commerce.
O agregado é empurrado no fim, sem conexão com nada que o cliente disse — e queima a confiança construída.
Cada vendedor atende de um jeito. Ninguém na gestão sabe explicar por que uns fecham e outros não.
Turma de promotoria · operação nacionalO cliente não compra especificação. Ele compra o que muda na vida dele.
Todo recurso técnico sobe quatro degraus. O vendedor mediano para no primeiro e acha que informou o cliente.
O cliente só compra a partir do degrau 3. A equipe sai sabendo subir a escada com qualquer produto do mix.
Na estruturação de 30 dias
Avaliar de verdade exige tempo de observação. Por isso a régua faz parte da estruturação de 30 dias, não de um treinamento de um ou dois dias — ali o que se entrega é certificado de participação por carga horária.
Quando existe tempo de acompanhamento, o treinamento deixa de terminar em lista de presença e vira ferramenta de decisão para a gestão comercial.
Não são três cursos paralelos: são uma base de comunicação e dois caminhos de venda. A escolha entre GIRO e PONTE depende de uma variável só — quanto tempo dura a conversa com o cliente.
Vender tecnologia em minutos de conversa.
Base: a Escada da Tradução. O vendedor para de ler a etiqueta e faz o cliente se ver usando o produto.
Da dor de hoje ao resultado de amanhã.
Mais três músculos transversais: improviso, resiliência e ética. Ticket médio a alto.
Que a mensagem chegue inteira.
Base: o estado de quem transmite. Funciona como dia 1 de um programa ou sozinho, para equipe mista.
GIRO e PONTE nunca se aplicam juntos na mesma equipe: atendem mercados diferentes. O SINAL combina com qualquer um dos dois.
| Formato | O que acontece | Para quem | Entregáveis |
|---|---|---|---|
| 1 Dia de Imersão8 horas | Método de venda isolado — GIRO ou PONTE — aplicado ao mix e à realidade da empresa. Presencial ou ao vivo online. | Equipe formada que precisa destravar conversão | Apostila impressa por participante, material de bolso e certificado de participação |
| Programa Completo2 dias | Dia 1 com o SINAL, comunicação. Dia 2 com GIRO ou PONTE, vendas. | Equipe nova ou operação em reestruturação | Duas apostilas, ponte entre os dois dias e certificado de participação |
| Workshop Compacto4 horas | Versão intensiva e prática, sem perder os exercícios de sala. | Operação que não consegue parar um dia inteiro | Material de bolso, folha de verificação e certificado de participação |
| Estruturação30 dias | Mapeamento, onboarding, trilhas, matriz de conteúdo e Régua de Qualificação — desenhado, entregue e deixado rodando. | Quem precisa de processo, não de evento | Processo documentado, Régua de Qualificação implantada e relatório individual por pessoa |
Presencial ou ao vivo online — os quatro formatos funcionam nos dois modos. Presencial em qualquer lugar do Brasil, com deslocamento acordado à parte. Base em São Paulo.
Comecei em 2013 dançando na frente de um Kinect dentro de uma loja, demonstrando o produto para consumidores. Treze anos depois faço a mesma coisa: pegar produto técnico e fazer alguém conseguir vendê-lo em poucos minutos de conversa.
Em três operações diferentes cheguei sem estrutura nenhuma e montei a área de treinamento do zero — conteúdo, material audiovisual, LMS, avaliação e capacitação de canal.
A prova que mais importa
Em 2015, em Seattle, preparei individualmente os dois finalistas brasileiros da competição mundial do Expertzone Microsoft. A pessoa que treinei conquistou o 1º lugar mundial em argumentação de vendas, entre representantes de mais de 10 países.
Conteúdo próprio · fadiga de decisão
Prática em salaA pesquisa não foi minha. Foi aplicada pela universidade corporativa da instituição, com formulário próprio, depois de dois dias de treinamento.
Toda turma termina com certificado na mão: participação por carga horária nos formatos de um e dois dias; na estruturação de 30 dias, com nota, e a gestão recebe o relatório individual.
Turma certificadaRespostas abertas e anônimas, transcritas do relatório da instituição.
“Professor muito bom. Faz tempo que não presencio uma aula que me prende tanto.
“Superou totalmente minha expectativa.
“Uma aula excepcional, e tive bastante aprendizado.
“Muito estimulante e inovador. Parabéns.
“Trouxe bastantes visões além do comum.
“O palestrante foi muito bom e sempre preocupado se tinha passado de forma clara.
Funciona para qualquer produto técnico vendido por consultor em loja: energia solar, material de construção, automotivo, máquinas e equipamentos. A competência que o método ensina é a tradução — transformar especificação em benefício — e isso independe da categoria. Os exemplos do dia são montados com o mix da sua operação, combinados na semana anterior.
Os dois. Presencial em qualquer lugar do Brasil, ou ao vivo online — nunca gravado, porque o método é feito de prática com observação e correção na hora.
A versão online é adaptada, não reduzida: os exercícios em duplas e trios acontecem em salas separadas, e a demonstração de produto é feita com câmera. Foi nesse formato que formei mais de 500 promotores em um ano, com gente de várias cidades do país.
Para operações espalhadas, o online costuma render mais — a equipe inteira participa da mesma turma, em vez de esperar a agenda de deslocamento.
Depende do formato, do espaço e do tipo de operação — e é uma das primeiras coisas que a gente define na conversa. Para equipes grandes existem caminhos: dividir em turmas, usar o workshop em dois turnos ou aplicar ao vivo online.
Para a imersão de 8 horas, sim. O workshop de 4 horas existe justamente para quem não consegue parar um dia — e pode ser aplicado em dois turnos, com metade da equipe em cada.
Apostila impressa por participante, com espaço para escrever, e uma folha de bolso com a lista de verificação do atendimento e as frases prontas — feita para ficar no balcão, não na gaveta. Cada pessoa sai com um atendimento real dela refeito do começo ao fim.
Melhor ainda. Nesse caso costuma fazer mais sentido a Estruturação de 30 dias: desenho onboarding, trilha, matriz de conteúdo e a Régua de Qualificação junto com quem já está lá, e a equipe interna segue operando depois que eu saio.
Ela faz parte da estruturação de 30 dias, não dos treinamentos de um ou dois dias. O motivo é simples: avaliar alguém de verdade exige acompanhar a pessoa executando na operação ao longo de semanas, e isso não cabe num dia de sala.
No ciclo de 30 dias, a nota de corte é definida com a gestão antes de começar, as tarefas são avaliadas uma a uma, quem fica na faixa intermediária entra em recuperação, e ao final a gestão recebe um relatório individual. A decisão sobre cada pessoa é sempre da empresa.
Nos formatos de um e dois dias, o participante recebe certificado de participação por carga horária.
Mudança de comportamento no atendimento aparece na primeira semana, porque o método é feito de gestos simples e observáveis — perguntar antes de mostrar, colocar o produto na mão, isolar a objeção. Efeito em conversão depende do mix, do fluxo e do acompanhamento da gestão, e isso é conversado com franqueza antes de qualquer proposta.
Sem proposta e sem apresentação. Eu pergunto como a sua equipe atende hoje, onde você sente que perde venda, e digo com franqueza se o treinamento resolve ou se o problema é outro.